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	<title>Arquivo de Mariana - MarianaMG.com</title>
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	<description>Tudo sobre a cidade de Mariana</description>
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	<title>Arquivo de Mariana - MarianaMG.com</title>
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		<title>Seminário Menor de Mariana &#8211; ICHS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mathsilva5]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 23:21:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seminário Menor de Mariana – Berço da Formação e Cultura em Minas Gerais O Seminário Menor de Mariana, originalmente chamado Seminário Nossa Senhora da Boa Morte, foi fundado em 20 de dezembro de 1750 pelo primeiro bispo da Diocese, Dom Frei Manuel da Cruz. Instalado em antiga chácara doada por um fiel, o seminário tornou-se &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 data-start="193" data-end="268">Seminário Menor de Mariana – Berço da Formação e Cultura em Minas Gerais</h2>
<p data-start="270" data-end="673">O <strong data-start="272" data-end="302">Seminário Menor de Mariana</strong>, originalmente chamado <strong data-start="326" data-end="366">Seminário Nossa Senhora da Boa Morte</strong>, foi fundado em <strong data-start="383" data-end="409">20 de dezembro de 1750</strong> pelo primeiro bispo da Diocese, Dom Frei Manuel da Cruz. Instalado em antiga chácara doada por um fiel, o seminário tornou-se o primeiro centro de formação de clero em Minas Gerais, representando um marco no ensino religioso e humanístico durante o Ciclo do Ouro.</p>
<p data-start="675" data-end="1095">Desde sua criação até meados do século XIX, a instituição foi conduzida por padres diocesanos, mas, a partir de <strong data-start="787" data-end="795">1853</strong>, viveu seu auge sob a gestão dos <strong data-start="829" data-end="843">lazaristas</strong> (Congregação da Missão), que mantiveram sua excelência formativa por mais de um século. Era ali que jovens seminaristas recebiam a base de sua educação, unindo fé, responsabilidade social e consciência intelectual — uma herança que atravessa gerações.</p>
<p data-start="1097" data-end="1518">Em <strong data-start="1100" data-end="1108">1934</strong>, o antigo Seminário foi reorganizado em duas frentes: o <strong data-start="1165" data-end="1184">Seminário Menor</strong> permaneceu para alunos de ensino médio e primeiros passos na vida religiosa, enquanto o novo <strong data-start="1278" data-end="1300">Seminário São José</strong> passou a dedicar-se aos cursos superiores de Filosofia e Teologia. Essa orientação pedagógica permanecia alinhada aos modelos recomendados pelo Concílio de Trento, fortalecendo a tradição e o prestígio da instituição.</p>
<p data-start="1520" data-end="1875">Após a saída dos padres lazaristas em <strong data-start="1558" data-end="1566">1966</strong>, o clero secular assumiu a direção do seminário, mantendo sua missão educacional e vocacional. Em <strong data-start="1665" data-end="1673">1991</strong>, houve nova configuração curricular: o ensino médio (GOV), o propedêutico, a filosofia e a teologia passaram a ser oferecidos em casas distintas, definindo uma trilha formativa moderna e personalizada.</p>
<p data-start="1877" data-end="2240">Arquitetonicamente, o edifício original preserva traços do século XVIII: planta em “E”, corredor central, dormitórios e salas ao redor, com capela integrada — construída simbolicamente para unir educação e espiritualidade. A <strong data-start="2102" data-end="2142">Capela de Nossa Senhora da Boa Morte</strong>, com elegante frontão, portal curvo e ornamentos de talha, foi palco de misto de fé e arte sacra.</p>
<p data-start="2242" data-end="2611">O antigo Seminário Menor serve hoje como espaço de ensino humanístico e centro cultural, abrigando parte do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto (ICHS/UFOP). Seu acervo arquitetônico — incluindo a capela, corredores e biblioteca — permanece acessível à comunidade, conectando o passado místico ao presente acadêmico e turístico.</p>
<p data-start="2613" data-end="2995">Para o visitante, o Seminário Menor é um testemunho vivo do desenvolvimento educacional e espiritual colonial. Caminhar pelos seus corredores é mergulhar na evolução da formação religiosa de Minas Gerais, compreender a importância da educação paroquial no Brasil Colônia e reconhecer um patrimônio que segue em transformação, igualmente relevante na formação cultural contemporânea.</p>
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		<title>Ponte Alphonsus de Guimarães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mathsilva5]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 22:56:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ponte Alphonsus de Guimarães – Marco Colonial e Literatura em Placas de Madeira É impossível caminhar pelas ruas de Mariana (MG) e não se encantar com uma das construções mais singulares da cidade: a Ponte Alphonsus de Guimarães, também conhecida como Ponte de Tábuas. Datada de 1713, ela é considerada a primeira ponte de madeira &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 data-start="242" data-end="324">Ponte Alphonsus de Guimarães – Marco Colonial e Literatura em Placas de Madeira</h2>
<p data-start="326" data-end="878">É impossível caminhar pelas ruas de <strong data-start="362" data-end="378">Mariana (MG)</strong> e não se encantar com uma das construções mais singulares da cidade: a <strong data-start="450" data-end="482">Ponte Alphonsus de Guimarães</strong>, também conhecida como <strong data-start="506" data-end="525">Ponte de Tábuas</strong>. Datada de <strong data-start="537" data-end="545">1713</strong>, ela é considerada a <strong data-start="567" data-end="612">primeira ponte de madeira de Minas Gerais</strong>, conectando a parte antiga à área central. Feita de tábuas de madeira e erguida com técnicas coloniais, a ponte resulta de uma engenhosa solução urbana de quem, séculos atrás, buscava driblar a instável geografia local para conectar o centro e as ladeiras marianas.</p>
<p data-start="880" data-end="1309">Originalmente, a construção foi iniciativa do mestre construtor <strong data-start="944" data-end="960">Manuel Ramos</strong>, recebendo ao longo do tempo o nome de outros personagens locais, como Francisco Diogo. Mas foi em <strong data-start="1060" data-end="1068">1921</strong> que ganhou seu nome definitivo, em homenagem ao célebre poeta simbolista <strong data-start="1142" data-end="1168">Alphonsus de Guimarães</strong>, que viveu e exerceu como juiz no município após se mudar de Ouro Preto em 1906, onde escreveu grande parte de sua obra mística e religiosa.</p>
<p data-start="1311" data-end="1702">A ponte, com seu tablado estreito e corrimãos rústicos, mantém até hoje o formato original, embora tenha passado por intervenções estruturais para garantir segurança e preservação. Seu ar pitoresco e inclinado terreno proporciona uma linda vista do <strong data-start="1560" data-end="1581">Ribeirão do Carmo</strong>, enquanto atravessa uma atmosfera histórica carregada do som da madeira reverberando sob passos de moradores e turistas.</p>
<p data-start="1704" data-end="2024">Para quem busca história viva, a Ponte Alphonsus de Guimarães encanta tanto pela simplicidade quanto pela ligação com o universo literário: atravessá-la é como entrar no palco de poesia simbolista, em que cada estaca tem um eco tímido e cada tábua parece guardar ecos do poeta Mariense, chamado “o solitário de Mariana”.</p>
<p data-start="2026" data-end="2435">Durante todo o ano, a ponte é ponto de passagem obrigatória em roteiros pela cidade histórica. Além disso, ela está entre as atrações do <strong data-start="2163" data-end="2191">Centro Histórico tombado</strong>, próxima a importantes pontos de interesse — como a Rua Direita, o Teatro Municipal e museus. A experiência de travessia combina nostalgia e descoberta, revelando detalhes urbanos coloniais que marcaram o desenvolvimento da malha urbana local.</p>
<p data-start="2437" data-end="2783">Para fotógrafos e amantes do visual, a ponte oferece belíssimas composições visuais, especialmente com a luz dourada do entardecer refletida nas águas e nas tábuas. Já os apaixonados por literatura encontram ali uma conexão com Alphonsus de Guimarães, cuja obra mística ganhou novo significado ambientada nesse pórtico de entrada para a história.</p>
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		<title>Praça Gomes Freire &#8211; Jardim de Mariana</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2025 21:33:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Praça Gomes Freire, em Mariana: História, Cultura e Lazer no Jardim Mais Charmoso de Minas Gerais &#160; A Praça Gomes Freire, também conhecida como Jardim de Mariana, é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade de Mariana, em Minas Gerais. Localizada no centro histórico, ela representa o equilíbrio perfeito entre natureza, arte e tradição. &#8230; </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 data-start="268" data-end="669"><em><strong>Praça Gomes Freire, em Mariana: História, Cultura e Lazer no Jardim Mais Charmoso de Minas Gerais</strong></em></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p data-start="268" data-end="669">A <strong data-start="270" data-end="292">Praça Gomes Freire</strong>, também conhecida como <strong data-start="316" data-end="337">Jardim de Mariana</strong>, é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade de <strong data-start="394" data-end="405">Mariana</strong>, em <strong data-start="410" data-end="426">Minas Gerais</strong>. Localizada no centro histórico, ela representa o equilíbrio perfeito entre natureza, arte e tradição. Rodeada por casarões coloniais, igrejas centenárias e comércios típicos, a praça é um verdadeiro cartão-postal da primeira capital mineira.</p>
<p data-start="671" data-end="1125">Originalmente conhecida como <strong data-start="700" data-end="718">Largo do Rocio</strong> ou <strong data-start="722" data-end="744">Largo da Cavalhada</strong>, a praça já foi cenário de festas populares e atividades militares durante o período colonial. Com o passar dos séculos, ganhou novo formato e paisagismo, tornando-se um espaço de convivência e lazer. Em 1892, foi renomeada como <strong data-start="974" data-end="1000">Praça da Independência</strong>, e mais tarde passou a se chamar <strong data-start="1034" data-end="1056">Praça Gomes Freire</strong>, em homenagem ao médico e político Gomes Henrique Freire de Andrade.</p>
<p data-start="1127" data-end="1532">O charme da Praça Gomes Freire está nos seus detalhes. O <strong data-start="1184" data-end="1202">coreto central</strong>, ideal para apresentações musicais e culturais, o <strong data-start="1253" data-end="1283">lago artificial com carpas</strong>, a <strong data-start="1287" data-end="1322">fonte histórica do século XVIII</strong> e os <strong data-start="1328" data-end="1378">canteiros geométricos com jardins bem cuidados</strong> fazem dela um lugar único. Árvores centenárias oferecem sombra e tranquilidade, criando um ambiente agradável para famílias, turistas e moradores locais.</p>
<p data-start="1534" data-end="1921">Além do valor paisagístico, a praça possui grande relevância histórica. Durante escavações para obras de revitalização entre 2019 e 2022, foram encontrados objetos do século XVIII, como fragmentos de louças, moedas antigas, cravos de ferro e até elementos ligados a rituais de matriz africana. Esses achados revelam a diversidade cultural e a profundidade histórica da cidade de Mariana.</p>
<p data-start="1923" data-end="2286">A <strong data-start="1925" data-end="1947">Praça Gomes Freire</strong> também é palco de eventos religiosos, festas tradicionais, feiras de artesanato e apresentações artísticas. Sua localização privilegiada a torna um ponto estratégico para quem deseja explorar outros atrativos turísticos de Mariana, como a <strong data-start="2187" data-end="2202">Praça da Sé</strong>, a <strong data-start="2206" data-end="2224">Catedral da Sé</strong>, a <strong data-start="2228" data-end="2255">Casa de Câmara e Cadeia</strong> e diversas igrejas históricas.</p>
<p data-start="2288" data-end="2545">Frequentada por moradores, estudantes e visitantes, a Praça Gomes Freire é mais do que um espaço público: é um símbolo da identidade marianense. É um local onde o passado e o presente se encontram, em um cenário que encanta, acolhe e convida à contemplação.</p>
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		<title>Terminal Turístico Manoel da Costa Atayde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mathsilva5]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 20:53:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Terminal Turístico Manoel da Costa Athayde, localizado em posição estratégica no centro de Mariana, Minas Gerais, é um dos principais pontos de recepção e orientação para os visitantes que chegam à cidade. Mais do que uma simples estrutura de apoio, o terminal se tornou um símbolo da hospitalidade marianense e da valorização do turismo &#8230; </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="240" data-end="594">O <strong data-start="242" data-end="288">Terminal Turístico Manoel da Costa Athayde</strong>, localizado em posição estratégica no centro de <strong data-start="337" data-end="348">Mariana</strong>, Minas Gerais, é um dos principais pontos de recepção e orientação para os visitantes que chegam à cidade. Mais do que uma simples estrutura de apoio, o terminal se tornou um símbolo da hospitalidade marianense e da valorização do turismo local.</p>
<p data-start="596" data-end="1005">Inaugurado em meados dos anos 2000, o terminal foi o primeiro receptivo turístico do interior de Minas Gerais. Seu principal objetivo sempre foi proporcionar infraestrutura adequada para quem visita Mariana, com um espaço dedicado ao embarque e desembarque de ônibus de turismo, vans e outros veículos de passeio. Além disso, o local foi concebido para facilitar o acesso a informações turísticas e culturais.</p>
<p data-start="1007" data-end="1483">Após um período de uso administrativo por diferentes setores da prefeitura, o terminal passou por um processo de revitalização. Hoje, o espaço voltou à sua função original e passou a contar com uma infraestrutura moderna e eficiente, pronta para receber turistas de todo o Brasil. O terminal abriga o Departamento de Turismo e a sede da Associação dos Guias de Turismo do Brasil em Mariana, o que reforça seu papel como centro de referência para quem deseja explorar a cidade.</p>
<p data-start="1485" data-end="1848">O local também passou a receber exposições artísticas e culturais, transformando-se em uma verdadeira vitrine da arte marianense. A proposta é valorizar os talentos locais e oferecer aos visitantes uma amostra da riqueza cultural da região logo na chegada. Está prevista também a instalação de um café ou lanchonete, oferecendo ainda mais comodidade aos turistas.</p>
<p data-start="1850" data-end="2199">O nome do terminal homenageia <strong data-start="1880" data-end="1907">Manoel da Costa Athayde</strong>, mestre do barroco mineiro, reforçando a ligação entre o turismo e o patrimônio cultural da cidade. A partir do terminal, é possível iniciar passeios pelas principais atrações de Mariana, como a <strong data-start="2103" data-end="2118">Praça da Sé</strong>, a <strong data-start="2122" data-end="2140">Catedral da Sé</strong>, a <strong data-start="2144" data-end="2171">Casa de Câmara e Cadeia</strong> e a <strong data-start="2176" data-end="2198">Praça Gomes Freire</strong>.</p>
<p data-start="2201" data-end="2438">Com uma localização privilegiada, estrutura acolhedora e conexão direta com a história e a cultura local, o <strong data-start="2309" data-end="2342">Terminal Turístico de Mariana</strong> é muito mais que um ponto de chegada — é o início de uma jornada pela essência de Minas Gerais.</p>
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